Simulador de urgência e atendimento pré-hospitalar. Você atende o chamado, conduz o caso e leva o paciente até a porta do hospital — sem alternativa A, B, C, e sem nada simplificado para caber num slide.
O acesso é liberado individualmente. Você cria a conta e a solicitação entra em análise.
É a regra mais dura do simulador, e é a que separa simulação de quiz vestido de caso clínico. Cada mudança de sinal vital precisa ser defensável em magnitude e em tempo — e existe uma lista explícita de situações em que o número está proibido de melhorar, por mais que a conduta pareça razoável.
Monitor e ventilador do simulador. O paciente acima acabou de ser intubado em choque — e a pressão caiu por isso, não apesar disso.
São dezenas de regras assim, cada uma com magnitude, tempo e fonte publicada — as mesmas que o debriefing cita quando aponta o que você fez.
Não há alternativa A, B, C. Você fala como falaria no telefone e no rádio, interroga quem ligou, decide o recurso, orienta a equipe e conduz o paciente. O motor conduz solicitante, TARM, equipes de USB, enfermeiro e condutor — e faz o quadro evoluir conforme o que você fez, ou deixou de fazer.
Trecho real de um caso gerado pelo simulador. O endereço é de um bairro que existe, no município que a central atende.
Resposta transitória em sangramento ativo: melhora e volta a deteriorar enquanto a hemorragia não for controlada. Diálogo montado a partir das regras do simulador, para mostrar o comportamento.
Magnitude e tempo de cada resposta saem de diretriz publicada, com ano registrado — e há uma lista do que o simulador está proibido de premiar com melhora.
Monitor com traçado e alarme na frequência real, ventilador com platô e driving pressure calculada, bulário com diluição e posologia — inclusive onde as fontes divergem.
Médico embarcado na USA, com o paciente na frente e a regulação do outro lado do rádio — ou regulador na central, decidindo à distância com informação de terceiros.
Ao fim de cada caso, avaliação do interrogatório, das condutas, da escolha de recurso, do destino e da comunicação — com nota e o que revisar.
O chamado nasce num município de verdade, e as portas de urgência são as que existem, com o perfil e os critérios de exclusão que elas realmente têm.
O que você erra volta com mais frequência. O treino se molda à sua lacuna, em vez de sortear na mesma proporção para sempre.
Reanimação se treina em curso. Via aérea se treina em manequim. O que não se treina é a sequência inteira sob pressão de tempo — interrogar com informação incompleta, escolher a conduta, sustentar a decisão diante de uma equipe que discorda, e decidir para onde o paciente vai.
O simulador roda em dois formatos. Você pode entrar direto na cena, já embarcado, com o paciente na frente — ou começar na regulação, decidir o recurso e embarcar quando a USA for despachada.
O que o simulador afirma sobre o sistema de urgências sai de um conjunto declarado de fontes. Fora delas, a resposta é explicitamente "variável conforme protocolo local" — em vez de o modelo preencher a lacuna com algo plausível.
A versão atual cobre as regiões de saúde Central e Centro Sul de Goiás: 51 municípios com coordenadas e população do IBGE, duas centrais do SAMU, e as portas de urgência com tipologia da Portaria 792/2024. Cada dado tem fonte registrada.
Hierarquia territorial, perfil da porta, critério de exclusão e o limite do recurso que vai dentro da ambulância. É a decisão que se aprende errando no plantão, sem ninguém corrigindo — e aqui ela é cobrada e explicada.
Prerrogativa exclusiva do regulador e medida de exceção. O simulador cobra os dois erros simétricos: aceitar a recusa quando havia indicação, e acionar sem risco de morte ou para furar hierarquia territorial.
Cada aluno tem conta individual, liberada uma a uma pelo responsável. O acesso pode ser revogado ao fim do curso sem apagar o histórico de treino.
Cada caso fica gravado com tema, nota e debriefing na conta do aluno, e as lacunas identificadas orientam o sorteio dos casos seguintes.
Nas questões do módulo de ensino e nas justificativas do debriefing, o que não está nas fontes acima é declarado como variável por protocolo local — não é preenchido com suposição.
Coordena um curso, uma liga ou uma residência? Escreva contando o tamanho da turma e o que você quer treinar.
qapsimulator@gmail.comResposta pelo próprio Dr. Eric Moura Duarte.
Onde o simulador não vai. Ele treina raciocínio clínico e de regulação — não substitui prática supervisionada, procedimento em manequim nem estágio. A grade de destino por agravo é síntese operacional a partir das normas citadas, não uma tabela publicada, e assim é apresentada ao aluno. Escopo territorial atual: Central e Centro Sul de Goiás.
Crie sua conta para entrar na fila de acesso. A liberação é individual e feita pelo responsável.